Um papo sobre tecnologia, política e negócios com Zuckerberg — Gama Revista

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    Um papo sobre tecnologia, política e negócios com Zuckerberg

    Em episódio inédito da série documental Axios, que levanta debates de relevância mundial por meio de entrevistas com grandes nomes (entre os quais já estiveram o presidente Donald Trump e a atual candidata à vice Kamala Harris), o empresário americano Mark Zuckerberg falou sobre o combate à desinformação durante a crise do coronavírus, a chegada das eleições nos Estados Unidos, entre outros temas que importam -- o slogan da série. Além do fundador do Facebook, a produção da HBO já contou com vários nomes de influência para explorar a intersecção entre tecnologia, mídia, política e negócios, e cobrir assuntos como o veredicto no caso Harvey Weinstein, a igualdade de gênero no esporte profissional, o impacto da pandemia, além de policiamento e justiça igualitária. Aos que querem acompanhar os debates, os episódios da série ficam disponíveis na plataforma da HBO GO.

    17 de Setembro de 2020
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    O legado das mulheres negras na política

    Dirigido por Éthel Oliveira e Júlia Mariano, o documentário "Sementes: Mulheres Pretas no Poder" acompanha a trajetória de seis candidatas negras aos cargos de deputada federal e estadual nas eleições de 2018. São mulheres que decidiram responder politicamente ao assassinato da vereadora Marielle Franco, que ocorreu no início do mesmo ano, disputando espaço no Congresso e na Assembleia Legislativa. O documentário está disponível no canal do Youtube da distribuidora Embaúba Filmes, e revela percursos e desafios das campanhas de Mônica Francisco, Rose Cipriano, Renata Souza, Jaqueline de Jesus, Tainá de Paula e Talíria Petrone, todas no Rio de Janeiro, estado que teve maior número de candidatas autodeclaradas pretas concorrendo em 2018.

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    Um relato sobre o luto — e seus gatilhos

    Muitos têm sido os sentimentos que nos unem, enquanto povo, raça, chame como quiser, ao longo deste 2020. Frustração. Inquietação. Raiva. Saudade. E para muitos, luto. Neste longo, belo, e tortuoso (com gatilhos, muitos deles) relato para a New Yorker, a escritora Nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie reflete sobre a perda de seu pai, James Nwoye Adichie, falecido neste 2020 — não por Covid-19, mas por uma falência renal. Mãe e irmãos, primos, memórias íntimas, a carreira ilustre do Professor de Estatística, toda a jornada de uma vida é revivida e rememorada. A cronologia é fragmentada; memórias se sobrepõem a lições sobre a cultura nigeriana e do povo Igbo, e a banalidades burocráticas. Ler as palavras de Chimamanda traz um estranho conforto, um apaziguamento. Expor-se tanto é um ato de vulnerabilidade, mas que gera, sobretudo, empatia. É como se, ao abrir seu luto e a história dos seus familiares, ela estivesse nos ajudando a encontrar os denominadores comuns que nos tornam mais próximos uns dos outros. Menos diferentes, mais humanos, unidos em nossos sentimentos.

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    Arte periférica tão próxima como nunca esteve

    Neste fim de semana, de sexta (18) a domingo (20), uma maratona de arte e cultura permite que se conheça a efervescente produção cultural das periferias pela plataforma do Sesc. O Festival Favela em Casa SP reúne artistas independentes -- pretos e periféricos, como lembra a organização -- que estão fora da bolha do mainstream. A curadoria de Andressa Oliveira, moradora do Campo Limpo, extremo sul de São Paulo, e de Marcelo Rocha, da cidade de Mauá, no ABC Paulista, reuniu 35 atrações de música, teatro, dança, cinema, literatura e artes visuais. As transmissões revezam-se entre performances ao vivo e gravações realizadas no Estúdio Curva, na capital paulista, e incluem, além de apresentações artísticas, uma série de bate-papos com convidados; entre eles, a escritora Helena Silvestre, a curadora, poeta, escritora e ativista Abigail Santos Leal e o educador social Mestre Gildásio.

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    Pantanal em chamas

    O Pantanal brasileiro está queimando. Maior incêndio na região desde 2006, as chamas consumiram cerca de 200 mil hectares em três semanas. As investigações apontam para um incêndio causado por ação humana e, em reportagem para o Nexo, Cesar Gaglioni explica o poder de destruição das queimadas no Pantanal. A fauna local, que poderá levar de 20 a 30 anos para se recuperar completamente, é uma das principais vítimas -- como explica Natan Novelli Tu. A região concentra grande parte da população mundial de araras-azuis e onças-pintadas, duas espécies em risco de extinção. Em meio ao fogo, as ações do governo Federal são questionadas por ambientalistas após o enfraquecimento que o governo tem promovido nos órgãos de fiscalização ambiental. A reportagem de Isabela Cruz explica como o poder público vem agindo em relação aos incêndios.

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