Bloco de notas da Semana "E você, faz política?" — Gama Revista
E você, faz política?

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Bloco de notas

Bloco de notas

Uma seleção de iniciativas que transformam a sociedade e provam que tudo na vida esbarra em política

21 de Junho de 2020
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    O artista mineiro RANDOLPHO LAMONIER faz previsões políticas e sociais em cartazes de tecido por meio da série PROFECIAS. Se tudo que prevê se concretizar, o Brasil deve ser um lugar infinitamente melhor para todos. 

  • “A solidariedade não é uma dimensão religiosa, e sim humana”

    A frase foi dita pelo padre Júlio Lancellotti em recente entrevista ao programa Conversa com Bial. Em 35 anos de ordenação, o padre teve seu nome marcado pelo projeto Pastoral do Povo da Rua, onde acolhe e dá assistência à população vulnerável e sem teto. Para o sacerdote, solidariedade não é sobre religião, mas sobre políticas públicas.

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    ©Reprodução / Facebook / Renata Armelin

    Na década de 80, nos Estados Unidos, SURGE O SLAM – definido como uma batalha de poesias ao microfone. Ao lado do grafite e do rap, o movimento ganhou coro nas periferias do mundo, inclusive no Brasil. Nesse contexto, o coletivo SLAM DAS MINAS foi criado para dar voz às mulheres que o praticam, levar maior representatividade feminina para grandes campeonatos, e ainda divulgar pautas feministas.


  • Escolher como parir é um ato político – mas ao alcance de poucas. O alto índice de violência obstétrica, a chamada a indústria da cesariana e o enorme custo do parto humanizado não permitem que todas as mães decidam pela melhor forma de parir seus filhos. O documentário “O RENASCIMENTO DO PARTO” traz essa questão. Além do parto, a criação de um filho também envolve a sociedade: o projeto UMA ALDEIA INTEIRA, idealizado por um grupo de mães, incentiva o contato com temas da esfera pública desde a primeira infância.

  • Na atual conjuntura política, representantes de organizações civis decidiram se unir para defender a democracia e um Brasil menos polarizado. Os recentes movimentos BASTA, ESTAMOS JUNTOS e SOMOS 70% vem discutindo uma possível mobilização conjunta, além de buscar maneiras de arrecadar recursos para que os manifestos continuem sendo divulgados nos grandes meios de imprensa. 

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    A associação civil LIVRES é uma iniciativa sem fins lucrativos que promove o engajamento cívico, desenvolvimento de lideranças, projetos de impacto social e curadoria de políticas públicas para aumentar a liberdade individual no Brasil. Se envolver politicamente, para a professora e historiadora recifense KARLA FALCÃO, líder do projeto, é uma foma de liberdade. 

  • Humor e política andam de mãos dadas, mas nem sempre nutrem uma relação saudável. Em vídeo recente do canal PORTA DOS FUNDOS considerado gordofóbico pelo público, choveram críticas do movimento #CORPO LIVRE. O vídeo foi deletado, e Fabio Porchat fez uma live com duas ativistas pra conversar sobre o roteiro, se posicionar e, acima de tudo, SE DESCULPAR.

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    © Camixvx

    Muitos são os meios para falar de política. E o design tem seu papel importante e histórico, como mostram os cartazes da ilustradora brasileira CAMILA ROSA. Ela faz sucesso na internet com suas criações ligadas a movimentos sociais e políticos. Camila também foi responsável por ilustrar a matéria sobre ATIVISMO DIGITAL, parte desta #SEMANA_GAMA.

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    Até na hora de cozinhar, cai bem uma pitada de consciência política. O projeto coletivo LANCHONETE LANCHONETE atua desde 2015 como uma cozinha comunitária, e mistura práticas artísticas, educação e a busca por justiça social em atividades pensadas para as crianças da comunidade Pequena África, no Rio de Janeiro.

  • “O que o aluno quer aprender?” é a pergunta que norteia o projeto QUERO NA ESCOLA. Nele, os alunos se inscrevem, demandam suas vontades e necessidades de aprendizado e a iniciativa conecta a escola a um voluntário capaz de contribuir. Com a carência de conteúdo e infraestrutura da rede pública, ensinar um jovem se torna uma ação cívica e essencial para um futuro melhor para essas crianças.